QUEM ENCENA: Alexandre Mello, diretor de ‘Hamlet Candidato’, fala de crítica da peça a ‘coisas pouco éticas’

Luiz Maurício Monteiro

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Em cartaz no Sesc Copacabana, “Hamlet Candidato” recorre ao clássico de Willian Shakespeare (1564-1616) para criticar comportamentos questionáveis em diversos setores do Brasil atual. E qual seria o elo entre a obra do bardo inglês escrita por volta de 1600 e a sociedade brasileira contemporânea? A ética, questionada tanto naqueles tempos, quanto agora. Em entrevista ao quadro “Quem Encena”, da RIO ENCENA TV, Alexandre Mello, que dirige e encabeça o elenco de 14 atores na peça, comenta o recurso da metalinguagem usado no palco, já que a crítica feita a trapaças e desonestidades parte de uma história ambientada nos bastidores de uma montagem teatral. No caso, “Hamlet”!

O texto da dramaturga Cecília Ripoll apresenta ao público um diretor (Alexandre Mello) extremamente insatisfeito com o seu elenco. Mas não pelo desempenho em cena. O que o incomoda é a desconfiança sobre certas manobras que põem em xeque o caráter de seus atores.

— O que acontece é que eles (artistas do grupo teatral) são ocupantes desse teatro, são uma residência. E aí, acontecem muitas coisas ligadas ao governo, umas coisas pouco éticas, uns acordos que foram feitos, que acabam vindo à tona… — explica Alexandre Mello na entrevista que você confere na íntegra, no vídeo abaixo:

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