‘O Frenético Dancin Days’: abertas as vendas de ingressos para nova temporada

Do Rio Encena

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O espetáculo resgata o clima da snoites cariocas dos anos 70 Foto: Leo Aversa/Divulgação

O ano de 2019 vai começar com uma nova chance para quem ainda não assistiu a “O Frenético Dancin’ Days”. Espetáculo que marca o debute de Deborah Colker como diretora teatral, o musical, que estreou no último mês de agosto, inicia nova temporada no dia 05 de janeiro, mais uma vez no Teatro Bradesco Rio. A venda de ingressos, aliás, já está aberta.

As entradas vão de R$ 37,50 (meia para frisas, camarotes e balcão) até R$ 160 (inteira para plateia baixa). A comercialização acontece em diferentes pontos como a bilheteria do próprio Teatro Bradesco, Theatro Net Rio, Teatro Nathalia Timberg e a FNAC do Barra Shopping, entre outros. Há também a venda on line no site (clique aqui para saber mais).

Com texto de Nelson Motta – um dos fundadores da casa citada no título – e Patrícia Andrade, a peça relembra efervescência das noites cariocas dos anos 70, que teve como grande símbolo a própria Dancin’ Days. Para isso, 17 atores e sete bailarinos fazem o ambiente de discoteca acontecer no palco.

Para embalar a festa, foram selecionadas canções de artistas brasileiros que se apresentaram na Dancin’ Days, como Tim Maia, Rita Lee e Raul Seixas, além das Frenéticas, que começaram sa trajetória por lá. Com direção musical de Alexandre Elias, o espetáculo resgata ainda sucessos internacionais que ecoaram pela casa, exemplo de I love the nightlife’, ‘You make me feel might real’, ‘We are Family’, ‘Y.M.C.A’ e ‘Stayin´alive’.

Além de Nelson Motta, a Dancin’ Days teve também como idealizadores Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma. Apesar de ter funcionado por apenas quatro meses, o estabelecimento fez grande sucesso, sendo considerado o responsável por abrir caminho para outras casas do gênero no país. Em plena ditadura militar, a boate conseguia reunir pessoas de tribos distintas, e a repercussão foi tão grande que inspirou até uma novela homônima escrita por Gilberto Braga, que estreou em 1978 na TV Globo.

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