CCBB 30 ANOS DE CIAS. – MOSTRA ESPECIAL DE TEATRO

Fotos: Divulgação

Local: Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: Rua Primeiro de Março, Nº 66 – Centro.
Telefone: (21) 3808-2020
Período: 11/09 a 14/10
Curadoria: Sergio Saboya
Entrada: R$ 30 (inteira); R$ 15 (meia)
Funcionamento da bilheteria: TQuarta a segunda entre 9h e 21h
Capacidade:Teatro I – 172 lugares | Teatro III – 86 lugares | *Exceto “Guanabara Canibal” (50 lugares) e “Caranguejo Overdrive” (110 lugares)

Programação

“Irmão de Sangue” – Cia. Dos à Deux  (Teatro I)
Sessões: Quarta (11) a sábado (14) às 19h; domingo (15) às 16h e às 19h
Direção: André Curti e Artur Luanda Ribeiro
Classificação: 14 anos
Duração: 85 minutos
Sinopse: A história se passa no centro das relações entre três irmãos e sua mãe, apresentando as diferenças que superam os laços familiares e expõem a enorme diversidade de sentimentos desse complexo relacionamento.

“Insetos” – Cia. dos Atores (Teatro I) 
Sessões: Quinta (18) a sexta (20) às 19h
Direção: Rodrigo Portella
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Sinopse: Doze quadros que traçam paralelos entre a natureza e questões da atualidade vão sendo revelados na voz de diferentes insetos.

“Conselho de Classe” –  Cia. dos Atores (Teatro I) 
Sessões: Sábado (21) a segunda (23) às 19h
Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro
Classificação: 14 anos
Duração: 90 minutos
Sinopse: O espetáculo se passa em uma escola pública do centro carioca. Uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor, que faz eclodir dilemas profissionais e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição.

“O Gigante Egoísta” – Artesanal Cia. de Teatro (Teatro I) 
Sessões: Quarta (25) a sexta (27) às 19h
Direção: Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves
Classificação: Livre
Duração: 55 minutos
Sinopse: A montagem conta a história de um gigante que não permitia que crianças brincassem em seu jardim. Ao afastá-las, o lugar e assolado por um inverno sem fim e o gigante amarga uma imensa solidão, até que um menino infringe as regras e começa a cuidar das flores e das árvores.

“Por que nem Todos os Dias são Dias de Sol?” – Artesanal Cia. de Teatro (Teatro I) 
Sessões: Sábado (28) a segunda (30) às 19h
Direção: Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves
Classificação: Livre
Duração: 55 minutos
Sinopse: O infantil traz quatro contos que narram questões colocadas por crianças em uma pesquisa realizada pelo grupo sobre questões como amor, liberdade, vida, entre outros.

“A Chegada de Lampião ao Inferno” – Cia. Pequod (Teatro III) 
Sessões: Quarta (02/10) a segunda (07/10) às 19h30
Direção: Miguel Vellinho
Classificação: 16 anos
Duração: 70 minutos
Sinopse: O grupo mergulha de cabeça na cultura brasileira para criar um espetáculo em que funde tradição e modernidade. Livremente inspirada no cordel de mesmo nome, mas também citando o périplo dantesco da “Divina comédia”, a peça encontra-se dividida em dois momentos distintos: o primeiro sem palavras e todo feito com bonecos, e o segundo combinando de maneira livre e surpreendente atores, bonecos e objetos. Trilha sonora de André Abujamra.

“Caranguejo Overdrive” – Aquela Cia. de Teatro (Teatro III) 
Sessões: Quarta (09/10) às 20h; quinta (10) às 17h e às 20h
Direção: Marco André Nunes
Classificação: 18 anos
Duração: 70 minutos
Sinopse: O espetáculo conta a história de um ex-catador de caranguejos no mangue carioca da metade do século XIX. Após um tempo longe, ele volta ao Rio e encontra uma cidade em grande transformação. A música em cena, com influência do maguebeat, compõe a performance.

“Guanabara Canibal” – Aquela Cia. de Teatro (Teatro III)
Sessões: Sábado (12/10) a segunda (14/10) às 19h30
Direção: Marco André Nunes
Classificação: 10 anos
Duração: 90 minutos
Sinopse: A peça busca pensar e debater a questão indígena, tendo como pano de fundo a tomada do Forte de Villegagnon, célebre batalha naval travada na Baía de Guanabara, em 1560, que resultou na fundação da cidade do Rio de Janeiro. A dramaturgia tem referência no primeiro poema da literatura brasileira, “De Gestis Mendi de Saa” (“Feitos de Mem de Sá”), do padre José de Anchieta.

* Segundo informações do evento

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