Ator Henrique Vieira protagoniza solo e garante não temer resistências por também ser pastor: ‘Procuro não pensar’

Luiz Maurício Monteiro

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O Dia da Consciência Negra foi celebrado na última quarta-feira (20), e logo no dia seguinte, o ator Henrique Vieira estreou no Teatro Municipal Carlos Gomes, no Centro, o solo “O Amor como Revolução”, no qual trata o sentimento tido como o mais nobre como uma atitude na luta contra o racismo, a discriminação e a desigualdade. Interessante, a proposta pode atrair todo perfil de espectador, porém, passando por um certo risco de sofrer resistências, já que o protagonista, que também é responsável pelo texto, é pastor de igreja evangélica, fator poderia desagradar determinados segmentos de público. Ele, no entanto, não teme tal possibilidade:

— Minha tradição é de Martin Luther King, Dom Hélder Câmara, Irmã Dorothy (Stang), Francisco de Assis… Um cristianismo simples, popular, que afirma que Jesus andou com o povo pobre e com o povo oprimido. Eu tenho essa convicção no meu coração. Então, procuro não ficar pensando nas resistências. Até procuro interpretá-las, quando as pessoas têm uma resistência por causa de determinadas referências que existem por aí… — explica Henrique, em entrevista para o quadro “Quem Encena”, da RIO ENCENA TV.

Assista à entrevista completa no vídeo abaixo ou clicando aqui.

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