ANGELS IN AMERICA – PARTES I E II

Foto: Mauro Kury/Divulgação

Local: Teatro Riachuelo Rio
Endereço: Rua do Passeio, 38 – Centro.
Telefone: (21) 2533-8799
Sessões: Parte I – sexta às 20h; sábado às 17h | sábado às 20h; domingo às 18h
Período: 05/07 a 28/07
Elenco: Jopa Moraes, Lisa Eiras, Luiz Felipe Leprevost, Marcos Martins, Patrícia Selonk, Ricardo Martins, Sergio Machado e Thiago Catarino
Direção: Paulo de Moraes
Texto: Tony Kushner (tradução de Maurício Arruda Mendonça)
Classificação: 16 anos
Entrada: Plateia VIP – R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)| plateia – R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia) | balcão nobre: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Funcionamento da bilheteria: Terça a sábado entre 12h e 20h; domingo e feriados entre 12h e 19h
Gênero: Drama
Duração: Parte I – aproximadamente 140 minutos; parte II – aproximadamente 150 minutos (intervalo: aos sábados haverá intervalo de 40 minutos entre as partes I e II)
Capacidade: 999 lugares
Sinopse: “Angels in America” se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada Era Reagan e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, lotados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo. Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo. – Angels in America é um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, imensa, um mergulho no final do século XX, mas que, diante do colapso em que o mundo se encontra hoje, revela uma atualidade esmagadora. A peça reflete sobre o mundo ocidental, sobre religiões, política, relações afetivas, abandono, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento. Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista –, comenta o diretor Paulo de Moraes. O resultado deste processo é a criação de uma grande peça de teatro, com duração aproximada de 5 horas. A montagem da Armazém Companhia de Teatro será apresentada em dois formatos: como duas peças autônomas, que serão vistas em dias alternados, e como uma grande peça, com as duas partes encenadas juntas, contando com um intervalo entre elas.

* Segundo informações do teatro e/ou da produção do espetáculo

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