‘Rapsódia’, musical gótico da Cerejeira Produções, estreia no Solar de Botafogo prometendo ‘sangue’ no palco

Do Rio Encena

Gustavo Klein (E), Mau Alves, que também assina texto e direção, e Julia Morganti Foto: Divulgação

Em vez de personagens felizes e dançantes em cenários coloridos e harmoniosos, seres sinistros envoltos numa atmosfera sombria. Um pouco diferente de outras produções do gênero, o musical “Rapsódia” inicia uma nova temporada nesse sábado (20), às 20h, no Centro Cultural Solar de Botafogo. Criação da Cerejeira Produções, o espetáculo, que estreou em 2013, é um suspense inspirado na crueldade e na malícia do humor negro, que promete até derramar “sangue” no palco.

— Pode se dizer que quem assistiu o “Rapsódia” no passado vai viver uma nova experiência, bem mais sangrenta. No revival, haverá muito sangue no palco, mas não é para se enganar, o musical conta com muito humor e músicas divertidas — pondera Mau Alves, ator, diretor e autor do espetáculo.

Inspirada em “The Rock Horror Show”, musical britânico que faz uma homenagem bem humorada a filmes B de terror, a trama é protagonizada por Pátrio, um jovem sonhador que viaja para a cidade de Rapsódia a convite de seu primeiro Jeremias, dono de uma fábrica de sabonetes por lá. Ao chegar, ele descobre um porão abandonado onde se encontra um segredo macabro, o ponto alto de um estranho ambiente que tem como personagens ainda Coné, Rubi e Catarina, três excêntricos funcionários da empresa.

Depois de estrear em 2013 como primeira produção da Cerejeira, “Rapsódia” retorna repaginado em 2018 para comemorar os cinco anos da produtora. Com um ar mais contemporâneo, o espetáculo ganhou novas músicas e direção, além de um elenco reformulado, que conta com Hugo Kerth, Mau Alves, Joana Mendes, Gustavo Klein, Julia Morganti, Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, Caio Godard, Débora Polistchuk, Malu Cordioli, Clara da Costa, Dennis Pinheiro, Guilherme Guimarães e Vitor Lima.

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