Prêmio Shell divulga lista de indicados do primeiro semestre; ‘Cérebrocoração’, de Mariana Lima, é destaque

Do Rio Encena

Mariana foi indicada como Melhor Texto e Melhor Atriz por “Cérebrocoração” Foto: Maurício Fidalgo/Divulgação

A organização da 31ª edição do Prêmio Shell divulgou nesta segunda-feira (16) a lista de indicados do primeiro semestre de 2018. O destaque foi o monólogo “Cérebrocoração”, de Mariana Lima. O espetáculo concorre nas categorias Autoria e Atriz, com a própria Mariana, além de Cenário e Iluminação. Além do solo, outras 11 peças foram mencionadas. Veja a lista completa no fim da página.

Realizado desde 1988, o Prêmio Shell tradicionalmente oferece aos vencedores de cada uma das nove categorias uma escultura em metal criada pelo artista plástico Domenico Calabroni na forma de uma concha dourada, inspirada na logotipo da rede de postos de combustível que organiza a premiação. Além disso, outro prêmio individual é a quantia de R$ 8 mil.

Com o corpo de jurados formado por Ana Achcar, Ana Luisa Lima, Bia Junqueira, Patrick Pessoa e Moacir Chaves, o Prêmio Shell vai fechar a relação de indicados em dezembro, quando serão anunciados os melhores do segundo semestre. A data e o local da cerimônia de premiação deverão ser anunciados na mesma ocasião.

AUTORIA
Mariana Lima por “Cérebrocoração”
Cecilia Ripoll por “Rose”

DIREÇÃO
Rodrigo Portella por “Insetos”
Cristina Fagundes por “A vida ao lado”

ATOR
Ricardo Blat por “No meio do nada”
Leandro Santanna por “Lima entre nós”

ATRIZ
Amanda Acosta por “Bibi – uma vida em musical”
Mariana Lima por “Cérebrocoração”
Gisele Fróes por “O imortal”

CENÁRIO
Beli Araújo e Cesar Augusto por “Insetos”
Dina Salem Levy por “Cérebrocoração”

FIGURINO
Ney Madeira e Dani Vidal por “Bibi – uma vida em musical”
Eduardo Giacomini por “Nuon”

ILUMINAÇÃO
Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski por “Nuon”
Beto Bruel por “Cérebrocoração”

MÚSICA
Tato Taborda por “Utopia D”
Felipe Storino por “Vim assim que soube”

INOVAÇÃO
Espetáculo Sblood pela experiência imersiva e interdisciplinar que através de uma instalação permite que o espectador entre em um jogo dramatúrgico e sensorial.

Coletivo 2ª Black por criar um espaço de encontro, pesquisa, troca de saberes e apresentações de experiências cênicas de artistas negros.

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