PALCO GIRATÓRIO

Foto: Divulgação

Local: Espaço Cultural Escola Sesc
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 5677 – Jacarepaguá.
Telefone: (21) 3214-7404
Período: 02/05 a 30/05
Entrada: Franca

03/05
“P’S”
Sessão: 19h30
Companhia: Trápia Cia Teatral (RN)
Classificação: 14 anos
Duração: 57 minutos
Sinopse: O espetáculo “P’s”, de Gregoy Haertel, inspirado em “Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão”, obra na qual Michel Foucault descreve e analisa um caso real de parricídio acontecido na primeira metade do século XIX, “P’s” traz para uma vila do sertão nordestino a história de P, jovem que assassina brutalmente alguns familiares seus. Focando nas intensas contradições do personagem e passando por momentos que vão desde a sua infância até o seu suicídio, “P’s” procura trazer à tona o homem além do seu ato, não com o intuito de explicá-lo e, consequentemente, diminuí-lo, mas com a vontade única de nos aproximar dele e, com isto, talvez também nos aproximar de nós mesmos. P’s coloca em discussão a memória, a psiquiatria, a justiça e o amor desmedido.

04/05
“A SALTO ALTO – ENTRE GENTILEZAS E EXTERMÍNIOS”
Sessão: 15h
Companhia: Cia Circo no Ato (RJ)
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Sinopse: “A Salto Alto – Entre gentilezas e extermínios” conta a história de sete pessoas que ao terem acesso a uma outra maneira de viver se despem de suas experiências para vestir essa outra realidade. O espetáculo se desenrola a partir desse tensionamento, entre um ambiente formal e refinado e personagens que carregam em sua essência a irreverência de quem tem que reinventar e ressignificar a vida a cada instante. O espetáculo profana a fábula romântica da Cinderela tendo como principal crítica o consumismo desenfreado da nossa sociedade.

05/05
“FAUNA”
Sessão: 19h30
Companhia: Grupo Quatroloscinco – Teatro do Comum (MG)
Classificação: 16 anos
Duração: 75 minutos
Sinopse: “Ei, você me conhece? Posso me aproximar? Eu sou só um animal vivo.” Nesta peça-conversa, dois atores se misturam ao público para explorarem a dimensão política do corpo e seus afetos, fazendo borrar os limites entre o íntimo e o privado, o pessoal e o coletivo.

07/05
“PEH QUO DEUX”
Sessão: 19h30
Companhia: Cia Peh Quo Deux (RJ)
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Sinopse: PEH QUO DEUX reúne cinco artistas importantes da dança contemporânea em torno de uma mesma ideia. Partindo dos temas propostos pelo escritor italiano Italo Calvino em seu livro Seis Propostas para o Próximo Milênio, Miguel Vellinho convidou os coreógrafos Bruno Cezario, Cristina Moura, Marcia Rubin, Paula Nestorov e Regina Miranda para criar pas de deux para bonecos. A montagem patrocinada pela OI Futuro, estreou em 2014, com excelente repercussão de crítica e público. PEH QUO DEUX é uma encenação que conjuga o teatro de animação com a dança contemporânea em uma proposta cênica que aposta no cruzamento de linguagens. Composto em quadros, o espetáculo é formado por coreografias executadas pelos bonecos através de partituras que extrapolam os limites do movimento humano. A precisa movimentação técnica dos manipuladores também revela mais uma camada deste pas-de-deux entre a dança e o teatro de animação, inspirado pela literatura.

08/05
“DESASTRO”
Sessão: 19h30
Companhia: Neto Machado (BA)
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Sinopse: Desastro brinca com o futuro que fazemos existir nas artimanhas da imaginação capaz de transformar um quarto no universo sideral. “Desastro” tem na trilha sonora o ponto de partida e questão fundamental: versões de uma mesma música de David Bowie, “Space Oddity”, inspiram o roteiro e dão o tom do espetáculo que recria a aventura de Major Tom, da letra da canção, numa viagem para explorar o desconhecido. Efeitos especiais de uma ficção científica protagonizada por superamigos, cúmplices dos poderes de ampliar suas percepções, Desastro é dança, mas não exatamente uma coreografia com passos no ritmo da música. É teatro, mas sem uma história com início, meio e fim. É um concerto de rock’n roll, mas sem banda nem cantor. Desastro é o poder de dar luz a novos mundos.

09/05
“CONCERTO EM RI MAIOR”
Sessão: 19h30
Companhia: Cia dos Palhaços (PR)
Classificação: Livre
Duração: 70 minutos
Sinopse: Uma comédia musical que surgiu em 2005 a partir de jogos de improvisação do palhaço com a música. No espetáculo, o maestro e palhaço Wilson Chevchenco apresenta um concerto baseado em sua origem russa e conta com a ajuda de Sarrafo, seu fiel amigo, para executar as obras de sua família e ser compreendido pela plateia, já que não fala o idioma português. O concerto conta ainda com um coral, que é integrado pelo público. Também são utilizados vários instrumentos como piano, violão, acordeom, gaita, castanholas e harmônica. O espetáculo tem muita música, dança, improvisação e participação da plateia.

10/05
“ENTREPARTIDAS”
Sessão: 18h30
Companhia: Teatro do Concreto (DF)
Classificação: 16 anos
Duração: 165 minutos
Sinopse: Início da noite, a cidade se move como um complexo organismo. É hora do embarque! O público toma um ônibus e viaja pelas ruas da cidade onde conhece diversos personagens que se equilibram no fio do tempo, nos lembrando que a vida é feita de encontros e instantes. Um espetáculo que fala, sobretudo, daquilo que é efêmero, chegadas e partidas, saudades, desejos, possibilidades, vida e morte. A viagem pela cidade como pretexto para viajar pelas ruas de si mesmo. O espetáculo ENTREPARTIDAS é resultado de dois anos de pesquisa do Teatro do Concreto sobre o tema amor e abandono na sociedade contemporânea e foi agraciado com os títulos de Melhor espetáculo, direção, dramaturgia e ator no Prêmio SESC do Teatro Candango 2011.

11/05
“RAMAL 340: SOBRE A MIGRAÇÃO DAS SARDINHAS OU PORQUE AS PESSOAS SIMPLESMENTE VÃO EMBORA”
Sessão: 19h30
Companhia: Cia Coletivo Errática
Classificação: 16 anos
Duração: 80 minutos
Sinopse: “Ramal 340” trama seis histórias envolvendo pessoas espalhadas no espaço e no tempo do mundo, pessoas ligadas pelo movimento, pelo desejo, pela falta ou simplesmente pela completa incompreensão sobre a própria experiência. “Nada se fixa, as coisas simplesmente passam umas pelas outras e acontecem pequenos choques, faíscas”, diz uma atriz, logo no começo. Um homem espera pelo pai na plataforma da estação de trem, outro arruma as malas enquanto sua mulher desarruma as malas, outra mulher não dorme por causa de um sonho e ainda outra segue para o outro lado do mundo atrás de alguém que lhe escreveu uma carta. Tudo acontece enquanto um homem caminha sem parar atrás da filha e outro foge atormentado por uma imagem de trinta anos atrás. Histórias que se encontram, dobram-se umas sobre as outras e se multiplicam compondo uma narrativa de como a vida se transforma completa e inesperadamente e, de repente, você se vê num aeroporto ou rodoviária ou estação de trem, com uma mala na mão, esperando… uma história sobre um mundo onde lugares, lados e identidades estão em constante desfazimento-fazimento.

12/05
“CUCO – A LINGUAGEM DOS BEBÊS NO TEATRO”
Sessão: 16h
Companhia: Cia Caixa do Elefante (RS)
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Sinopse: Através das experiências lúdicas e estéticas dos bebês, do jogo entre o “esconder e o revelar”, o espetáculo cria uma atmosfera na qual as fronteiras do tempo, das formas e dos sentidos se intercambiam entre o real e o imaginável, entre o possível e o surreal. Essa brincadeira ficcional, de criar e dar sentidos toma forma num ninho, numa cama acolchoada. Espaço que acolhe fantasias, surpresa e tudo o que é possível a uma criança colecionar.

14/05
“HOTEL MARIANA”
Sessão: 19h30
Companhia: Munir Pedrosa Herbert Bianchi (SP)
Classificação: Não informado
Duração: Não informado
Sinopse: Eram quase três e meia da tarde de 5 de novembro de 2015, um dia quente, como de costume no vale do Rio Doce, quando a barragem de rejeitos de minérios de Fundão, em Mariana-MG, com cerca de 55 bilhões de litros de lama espessa, rompeu-se sobre os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo. Depoimentos perturbadores e surpreendentes são colocados no palco e evidenciam a simplicidade de pessoas que perderam tudo ou quase tudo o que tinham. Da criança do grupo escolar ao velho da folia de reis, do ativista de direitos humanos à aposentada que escreve poemas, somos convidados a escutar os sobreviventes que, com suas histórias, traçam um panorama
político, histórico e cultural do nosso país.

15/05
“SEGUNDA PELE”
Sessão: 19h30
Companhia: Coletivo Lugar Comum (PE)
Classificação: 16 anos
Duração: 70 minutos
Sinopse: Quantas peles habitam nosso corpo? Pêlo, casca, casa, cidade, olhar, pudor, prazer, cortes, avessos, toques, sorrisos, sons, leite, vento, chuva, memórias. O espetáculo Segunda Pele leva para cena corpos em troca de peles, em transformação, em desnudamentos. Movimentando entendimentos sobre a diversidade de corpos, pelas infinitas possibilidades do ser, e por tudo que ainda precisa ser discutido sobre padrões vigentes em nossa sociedade. Peles que escamam ao longo da cena, revelando histórias, corpos e experiências de vida das quatro dançarinas do elenco. Criado em 2012, o espetáculo foi recriado em 2016, com nova pele, novas vestes e novos desnudamentos em cena, ampliando o mergulho experimentado na montagem anterior.

16/05
“OS CAVALEIROS DA TRISTE FIGURA”
Sessão: 19h30
Companhia: Grupo Teatral Boca de Cena
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Sinopse: O espetáculo Os cavaleiros da triste figura é o resultado do encontro cênico do Grupo Boca de Cena, e seus colaboradores, com a literatura de Miguel de Cervantes. Livremente inspirado em Dom Quixote de La Mancha, a história que pretende-se retratar extrapola a literatura e se contamina por toda a realidade circundante, em forma de sonho (ou delírio). Neste Dom Quixote, denominado Os cavaleiros da Triste Figura, um grupo de atuadores, em praça pública, insiste em instaurar suas histórias. Desfazendo-se e reinventando-se a cada golpe, permeados por loucuras e delírios, alimentam um desejo excêntrico, cada vez mais desacreditado: transformar o mundo!

17/05
“ANIMO FESTAS”
Sessão: 19h30
Companhia:  La Cascata Cia Cômica (SP)
Classificação: 18 anos
Duração: 50 minutos
Sinopse: No freak-show Animo Festas, o universo do palhaço é personificado na sombria figura de Klaus, que narra suas memórias no “submundo” de festas infantis. Klaus sobrevive de performances em festas infantis e narra suas memórias no “submundo” desses eventos, ao som de rock, música francesa e trilhas infantis dos anos 1980. O paulistano Marcio Douglas, criador da La Cascata Cia. Cômica, encarna o anti-herói da palhaçaria. Esse freak-show de humor ácido reflete sobre questões como o valor do trabalho artístico, a felicidade e a sobrevivência.

18/05
“COMO MANTER-SE VIVO?”
Sessão: 19h30
Companhia: Flávia Pinheiro (PE)
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Sinopse: Como manter-se vivo? investiga a urgência de permanecer em movimento como um procedimento de sobrevivência. Um questionamento de como nos relacionamos com a imaterialidade das relações propostas pelos dispositivos e a certeza da nossa impermanência. Como continuar em movimento? Como resistir ao desequilibrio e a instabilidade da existência? Como persistir no tempo? Uma prática circular que por não desistir sucumbe a falha eterna e inerente da matéria. O colapso da própria vida/arte na ausência de um perspectiva de futuro do fazer/ser em dinâmica em uma conjuntura estática, monitorada, programada….até o dia em que os robots incorporam melhor que nós humanos, a nossa própria humanidade.

19/05
“CONTATO SONORO”
Sessão: 19h30
Companhia: Flávia Pinheiro (PE)
Classificação: 16 anos
Duração: 45 minutos
Sinopse: Contato sonoro é uma performance/intervenção urbana com um dispositivo sonoro.O som acontece quando os corpos se tocam ou quando ao movimentar-se a performer toca diferentes partes do seu próprio corpo. A partir de uma caixa saem dois cabos; um em contato com o pescoço e o outro isolado eletricamente na mão. O som que sai do alto falante altera sua frequência de acordo com o tipo de toque e com o corpo envolvido na ação.. O trabalho busca a participação da comunidade e a apropriação do espaço público.

21/05
“ESTÉREOS TIPOS”
Sessão: 19h30
Companhia: Cia Híbrida (RJ)
Classificação: 16 anos
Duração: 50 minutos
Sinopse: Estéreos Tipos é a primeira parte de uma trilogia premiada (junto com as peças Moto Sensível- 2013 e Olho Nu -2014) que relacionou os temas Hip Hop e Fragilidade. Criada em 2009, esta peça teve sua estreia na Arena Híbrida Festival de Hip Hop 5° Edição, num formato ainda experimental. Sua estreia oficial se daria um ano depois, no teatro Cacilda Becker (Largo do Machado, Rio de Janeiro), através do Prêmio Funarte de Ocupação dos Espaços Cênicos. Após a estreia, este espetáculo se apresentou em inúmeros festivais e mostras por todo o Brasil, e em países como Costa Rica e França. Em 2016, esta peça foi remontada como parte das comemorações dos dez anos da Companhia Híbrida. Com uma estética que dialoga com o universo Kitsch, a peça foca nas diferentes relações (de mercado, de poder, de gênero), que envolvem a cultura Hip Hop, se organizando cenicamente a partir da estética da arte contemporânea, nas suas fronteiras vazadas entre dança, teatro e filosofia. Através de uma crítica bem-humorada, questionam-se alguns mitos e clichês da cultura, como por exemplo, o mito do homem como elemento central de poder e da mulher como objeto de consumo. Saindo do campo ideológico e chegando até os processos de construção cultural e artística, também se desenvolve uma reflexão acerca das convenções coreográficas assumidas no Hip Hop enquanto linha estética de movimento.

22/05
“LOOPING: BAHIA OVERDUB”
Sessão: 19h30
Companhia: Felipe de Assis, Leonardo França e Rita Aquino (BA)
Classificação: 16 anos
Duração: 90 minutos
Sinopse: Looping: Bahia Overdub é festa, dança e política. As festas de largo de Salvador e suas contradições são a paisagem predominante de Looping: Bahia Overdub, espetáculo que emerge do encontro entre pensamento sonoro e pensamento coreográfico. Looping constitui um estudo do tempo: repetição e acumulação. Movimentos de tensão e distensão da cultura, através de procedimentos que organizam sonoridades, corpos e espaços. Assim como nas ruas, o que está em jogo são arranjos coletivos através de uma participação estético-política.

23/05
“CLAKE”
Sessão: 19h30
Companhia: Circo Amarillo (SP)
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Sinopse: CLAKE é um espetáculo cômico que acentua o trabalho da dupla Marcelo Lujan e Pablo Nordio como palhaços excêntricos musicais. Sequências de gags clássicas são combinadas com a linguagem contemporânea da dupla e resultam num espetáculo de palhaçaria cômica física e musical. Uma interessante experiência de sonoridades e circo que diverte o público de todas as idades. Direçao Domingos Montagner.

24/05
“DANÇA ANFÍBIA”
Sessão: 19h30
Companhia: Cia dos Pés (AL)
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
Sinopse: Em Dança anfíbia tomamos como ponto de partida a metáfora lançada por Gilberto Freire de ser “a gente alagoana uma gente anfíbia”. Pensamos num ser anfíbio como aquele que, mais que sobreviver em um ambiente, cria condições de criação e se faz nesse ambiente, se reinventando em meio a processos adaptativos. Dança anfíbia propõe um mergulho nas possibilidades evolutivas que a vontade de criar é capaz de gerar, entendendo o processo de criação em dança como um processo adaptativo. Neste processo, lançar-se nos riscos das descobertas, dos devires e das relações, admitindo as ambiguidades, ambivalências e contradições humanas como potencias de inventividade.

25/05
“AS MULHERES DO ALUÁ”
Sessão: 19h30
Companhia: O Imaginário (RO)
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
Sinopse: Mulheres de diferentes épocas que foram condenadas, num período em que o pensamento-homem é que determinava a condição de cada uma delas. Com histórias marcadas pelas violências e pelas dificuldades enfrentadas em um ambiente hostil e opressor do passado na Amazônia. Uma investigação cênica que coloca em foco a relação de gênero e o universo feminino. Quem são essas mulheres?

29/05
“O CRIVO”
Sessão: 19h30
Companhia: Ateliê do Gesto (GO)
Classificação: Livre
Duração: 45 minutos
Sinopse: O Crivo é um espetáculo de dança inspirado na obra “Primeiras Estórias” do escritor João Guimarães Rosa, um dos mais revolucionários e complexos da literatura brasileira do século XX. Dois intérpretes, juntos, criam relações que só se revelam à medida em que, atravessam suas estórias, o SER-TÃO, o mundo de cada um, solitário, percebendo no recolhimento um mergulho na busca do que permanece, do que nos tornam diferentes e próprios.

30/05
“ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE”
Sessão: 19h30
Companhia: Cia Marginal (RJ)
Classificação: 14 anos
Duração: 85 minutos
Sinopse: Ambientado numa favela do Rio de Janeiro, ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE narra o reencontro de um pai e uma filha que não se viam há muitos anos. Ele foi traficante nos anos 80, quando o comércio ilegal de drogas ainda mantinha um vínculo moral com a comunidade, ela é uma jovem traficante nos dias atuais. O espetáculo gira em torno de um embate ideológico entre os dois personagens, representados em cena por quatro atores que se alternam sucessivamente nos dois papeis, num jogo cênico em que nenhuma posição é fixa e onde a ficção está sempre sob o risco da realidade.

23/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

24/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

25/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

26/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

27/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

28/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

29/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

30/05
XXX
Sessão:
Companhia:
Classificação:
Duração:
Sinopse:

* Segundo informações do teatro e/ou da produção do espetáculo

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