OCUPAÇÃO PORTA ABERTA – DE OLHO NO NORDESTE

(Divulgação)

Local: Teatro Dulcina
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro.
Telefone: (21) 2240-4879
Período: 06/10 a 12/11
Capacidade: 200 lugares

“As Bondosas”
Sessões: Sexta a domingo às 19h
Classificação: 16 anos
Entrada: R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia)
Gênero: Comédia
Duração: 60 minutos
Sinopse: Com texto do Maranhense Ueliton Rocon, o espetáculo aponta questões sobre o comportamento da mulher numa sociedade conservadora e a influência da igreja com seus preceitos religiosos; questiona as máscaras do convívio social, a liberdade de expressão e a repressão da igreja e da sociedade como fonte opressora do livre arbítrio. Com direção do Pernambucano Tom Pires, a montagem provoca uma maior reflexão destes temas, ao colocar um discurso feminista na boca de atores do sexo masculino, no caso, os também Pernambucanos Gerson Lobo, Leandro Mariz e Sidcley Batista, e o próprio Tom Pires que se reveza entre a atuação e direção do espetáculo.

“Desatinos”
Sessões: Quartas às 19h
Classificação: 16 anos
Entrada: R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia)
Gênero: Drama
Duração: 60 minutos
Sinopse: Com texto e direção do Pernambucano Samuel Santos, a peça destaca as questões que acontecem nas pequenas e diversas cidades brasileiras. A loucura e a esquizofrenia são temas colocados à margem numa sociedade que atua dentro de conceitos morais pré-estabelecidos, deliberando, sem limites, suas convicções em desrespeito e detrimento ao outro indivíduo. A peça apresenta vários aspectos das relações humanas. A intolerância com as diferenças, seja ela em qualquer condição, definindo-se em manifesto partidário contra o outro. Na peça, o ator Gerson Lobo se desdobra em quatro personagens.

“Um Certo Lampião”
Sessões: Quintas às 19h
Classificação: 16 anos
Entrada: R$ 20 (inteira)
Gênero: Drama
Duração: 50 minutos
Sinopse: Com texto e direção do Cearense Gilvan Balbino, o espetáculo aborda uma narrativa fictícia do bisneto de Lampião, que desmistifica o homem lendário, representando um povo que resiste e luta contra o poderio das classes superiores. Através da ficção, o Bisneto de Lampião vem a público revelar segredos de sua família, que nenhuma biografia jamais revelou sobre uma das figuras mais temidas e admiradas da história recente do Brasil, o rei do cangaço, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.  O espetáculo, em forma de monólogo, tem atuação do ator Sidcley Batista, que apresenta vários momentos e personagens da história do cangaço.

INFANTIS

“A Cumadre Fulôzinha”
Sessão: Quinta (12/10) às 16h
Classificação: Livre
Entrada: Franca
Gênero: Infantil
Duração: Não informada
Sinopse:  Duas crianças vão passar férias no sítio do avô e lá se deparam com uma figura misteriosa: uma pequena mulher que vive na mata coberta pelos próprios cabelos e por flores. Essa mulher se diverte fazendo traquinagens com os animais e sequestrando crianças que não são batizadas. Ela é popularmente conhecida como A Cumadre Fulôzinha. Fulozinha. É chamada de cumadre, pois ela batiza crianças pagãs, simbolizado através das tranças que são verdadeiros nós. Como uma das crianças não é batizada, ela o sequestra, obrigando o avô e a outra criança a enfrentar os perigos da mata e artimanhas da Fulôzinha.

“Encanta Conto – Contação de Histórias”
Sessão: Quinta (02/11) às 16h
Classificação: Livre
Entrada: Franca
Gênero: Infantil
Duração: Não informada
Sinopse: Em uma época marcada pela urgência da informação e pela intolerância, é de suma importância levar aos palcos contos populares que já alimentaram a imaginação de tantas gerações mundo afora.  Em geral, os espetáculos infantis são baseados em contos de fadas clássicos adaptados para as telas pelos grandes estúdios de cinema norte-americanos, neste caso, o grupo O QUE CONTA O SABIÁ usa narrativas populares como, Couro de Piolho, reescrita pelo folclorista brasileiro Câmara Cascudo; Rumpelstiltskin, compilada pelos irmãos Grimm, na Alemanha e as adapta para o nordeste brasileiro, incluindo sonoridade e canções populares executadas ao som de zabumba, triângulo, violão e instrumentos de percussão.

OFICINA DE TEATRO PESSOAS VIVAS
Sessões: Quartas a partir das 15h
Período: 11/10 a 08/11
Entrada: Franca
Proposta: Oficina elaborada para desenvolver a sensibilização artística de todo e qualquer cidadão, focado, principalmente, nas técnicas do teatro-desenvolvimento de Augusto Boal, que visa à valorização do ser humano e a potencialização de suas habilidades individuais e coletivas. A oficina tem como encerramento uma apresentação pública onde poderá constatar o desenvolvimento artístico de cada participante. A oficina será ministrada pelo ator-diretor-produtor teatral e arte-educador Tom Pires, com longa experiência em projetos sócio-educacionais.

OFICINA DE TEATRO ATOR BRINCANTE
Sessões: Quartas a partir das 16h
Período: 11/10 a 08/11
Entrada: Franca

PALESTRA – A Dramaturgia Contemporânea do Nordeste
Sessões: Sexta (20/10) às 16h; Sábado (04/11) às 16h
Entrada: Franca
Proposta: Mediada pelo professor e pesquisador Wellington Júnior. Pernambucano que dará duas palestras tendo como tema da ocupação – a Dramaturgia Contemporânea Nordestina e oferecendo uma visão panorâmica da produção dramatúrgica no nordeste, com referencia nas três últimas décadas. A palestra se assentará na análise crítica da obra de alguns dos principais autores deste período: Ueliton Rocon, Rafael Martins, Cleise Mendes, Ronaldo Brito, Luiz Felipe Botelho, Newton Moreno, Giordano Castro, entre outros. Analisará também as diferentes abordagens do texto em cena, considerando os processos colaborativos entre coletivos e escritores. Neste sentido, serão avaliados e discutidos espetáculos de diversas companhias nordestinas, tais como: Coletivo Angu, Grupo Bagaceira, Clowns de Shakespeare, Coletivo Alfenim e Bando de Teatro Olodum.

DEBATE – A Construção e Desdramatização da cena
Sessão: Domingo (22/10) às 16h
Palestrantes convidados: Wellington Júnior, Newton Moreno e Claudia Pfeffer
Proposta: Debater a Desdramatização do trabalho do ator em “As Bondosas” fazendo uma reflexão de como o dramático se traduz na cena contemporânea a partir do trabalho de narrativa do texto, a partir do trabalho de movimentação na composição da cena, e como o processo de desdramatização pode resultar num tipo novo de teatro.

* Segundo informações do teatro e/ou da produção do evento

 

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